Arquitetura

Identificar os problemas e localizar suas causas.

A Arquitetura estabelece prioridades e desenha as soluções.

O que fazemos na Arquitetura

Matriz da Aquisição

Analisa e compara os canais de aquisição a partir de conversão, custo, volume e permanência. Da confiabilidade da medição às ações de ajuste, a Matriz mostra quais canais trazem doadores que permanecem e como ajustar a operação.

O que fica pronto
  • Painel comparativo dos canais — dashboard que reúne resultados, custos, volume de doações e permanência em uma mesma leitura.
  • Matriz entre origem e permanência ou valor — mostra como os doadores de cada canal se comportam depois da entrada.
  • Auditoria das páginas de doação e taxonomia UTM — identifica problemas de conversão e organiza o registro da origem.
  • Plano de ações priorizadas — organiza as correções por impacto, complexidade, prazo, responsável e métrica.

Cubo de Doações

A segmentação precisa de critérios claros, registrados e compartilhados com a equipe para orientar decisões. O Cubo combina recência, frequência, valor e outros sinais disponíveis para organizar a base em grupos definidos pelo comportamento.

O que fica pronto
  • Cubo de Doações interativo — visualização interativa e operável dos segmentos e dos grupos encontrados na base.
  • Base classificada no CRM — registra o segmento e o grupo de cada doador para uso na operação.
  • Fichas dos grupos e orientações de ação — registram os critérios de segmentação, o perfil de cada grupo, as ações e as métricas de acompanhamento.
  • Inventário dos conteúdos disponíveis — classifica o que já existe e indica o que pode apoiar o relacionamento com cada grupo.

Mapa de Sistemas

CRM, plataforma de doação, processamento de pagamentos, ferramentas de comunicação, automação, BI e planilhas precisam formar um fluxo confiável. O Mapa retrata como ferramentas e dados se conectam hoje e desenha a arquitetura recomendada para a operação.

O que fica pronto
  • Mapa de Sistemas atual — mostra ferramentas, integrações, transferências manuais e pontos de interrupção.
  • Mapa de Sistemas recomendado — indica o que manter, integrar, ajustar ou substituir e propõe uma sequência de transição.
  • Inventário das ferramentas — registra função, custo, responsável e diferenças entre o uso contratado e o uso real.
  • Arquivos-fonte e guia — permitem que a organização compreenda e mantenha o mapa atualizado.

Mapa de Processos

Quando atividades manuais, controles paralelos e decisões sem registro se acumulam, o processo real se afasta do que foi definido. O Mapa registra como o trabalho acontece, desenha as mudanças necessárias e ajuda a escolher o que deve ser priorizado.

O que fica pronto
  • Inventário e dicionário de processos — registram responsáveis, ferramentas, volume, dependências e pontos críticos.
  • Mapas dos processos atuais — mostram como o trabalho acontece, incluindo atividades manuais e controles paralelos.
  • Mapas dos processos recomendados — desenham o funcionamento proposto e destacam o que precisa mudar.
  • Matriz de seleção — compara impacto, viabilidade e dependências para registrar o que deve ser priorizado.
  • Arquivos abertos e guia de notação — permitem que a equipe leia, utilize e atualize os mapas.

Como funciona

Do contato inicial às entregas, combinamos as etapas do trabalho e o que a organização recebe em cada uma.

01

Escopo

Definimos as perguntas, o recorte da operação, as fontes disponíveis e os limites do trabalho.

02

Evidências

Reunimos dados, documentos, acessos e a leitura da equipe sobre a operação real.

03

Análise e desenho

Cruzamos as fontes, validamos os achados e construímos os mapas, matrizes e estruturas recomendadas.

04

Priorização e transferência

Junto com o seu time, definimos as prioridades, definimos as entregas e como implantar as ações.

Como está a sua Captação de Recursos?

Conte como está a operação de captação com indivíduos e, juntos, avaliamos qual aplicação da Arquitetura faz mais sentido:

Projeto específico

Quando a pergunta tem um recorte claro, o projeto pode se concentrar na parte da operação relacionada a ela e no que precisamos construir para respondê-la.

Toda a operação

Quando o escopo envolve a operação inteira, o projeto aproveita as atividades em comum e reúne aquisição, base, ferramentas e processos em uma única entrega.

Vamos conversar